28 de fevereiro de 2012

futilidades felizes

Mulher é uma criatura muito engraçada. Temos milhões de coisas difíceis, e fazer xixi sentada é só uma deles. E mesmo assim eu não gostaria de nascer homem mas é nunca. Eu amo ser mulher, amo minhas inquietudes, minhas paranóias e minhas felicidades por qualquer elogio.
Desde que eu e meu rapaz fomos morar juntos eu mudei meus hábitos alimentares, inseri alguns chocolatinhos aqui, outros acolá, mais cervejas, vinhos, e pronto: foi o suficiente para dar diferença na balança.
Passados 6 meses morando juntos voltei para minha rotina de alimentação super saudável, poucos doces, zero fritura, álcool só em comemorações e muita fruta. Como essa sempre foi a minha rotina desde pequena, foi fácil voltar e o melhor, ver resultado. Hoje eu acabei de receber um elogio "Clarinha, você está mais magra!!"
E com essa simples afirmação eu passei a me sentir vitoriosa! Como é bom estar mais magra. rsrs
Mulher se anima com cada bobagem, não é mesmo?
Mas o mais incrível é que o elogio veio de uma pessoa que não é minha amiga, é uma colega de trabalho e eu simplesmente agradeci o elogio e sorri. Se fosse o Paulo falando exatamente a mesma coisa ou algum amigo ou amiga eu diria "bobagem! estou nada!".rs O fantástico mundo das mulheres insanas!
Com esse lance de voltar a emagrecer Paulo só não quer que eu fique esquelética, que ele acha horrível. Ele gosta de mulher com bunda, perna, seios...diz que não quer me ver ossuda como em uma foto do dia do casamento do meu irmão, esta aqui ó:


Mas, como todo homem é meio sem noção, com ele não é diferente. Fala sério, aonde que eu estava ossuda nessa foto? 
Independente de tudo o negócio é ser feliz e nada me deixa mais feliz que estar de bem comigo mesma, comendo minhas frutinhas, bebendo meus sucos, meus grãos integrais, fazendo minhas corridas e competindo comigo mesma com minha taxa de triglicerídeos que segundo minha médica é a mais baixa que ela já viu na vida dela: 20!!!! Adoro essa minha vida saudável.
Feliz, feliz, feliz.

26 de fevereiro de 2012

sobre amor, números e planetas

O meu amor tem um jeito que só ele sabe de me fazer feliz.
Ele tem um jeito que me faz rir, mas que não é qualquer riso, é um riso que só ele tira, que é só dele.
O meu amor tem um coração do tamanho do amor que sentimos um pelo outro, que, portanto, não tem como especificar em tamanhos, os humanos ainda não conseguiram inventar tal medida.
Ele tem um jeito de me abraçar, um abraço forte, calado, gostoso, de coração com coração, para coração.
O meu amor tem a naturalidade de me dizer "nós não pertencemos a esse planeta" e me fazer rir das pessoas que não pertencem ao nosso mundo, e observar essas espécies para em seguida voltarmos às nossas peculiaridades.
Ele é do jeitinho que eu sempre quis, da forma como sempre pedi em minhas orações de todas as noites da minha vida, desde o dia em que aprendi o que era Deus e a força maior.
Meu amor tem o meu tom, o meu coração, meu amor e minhas imperfeições. 
Com ele aprendi que na vida adulta é assim: a gente pode ser a gente mesmo sem medo de perder, pois ele está ali para nos ajudar a crescer ao invés de somente apontar nossas falhas e julgar. E quando um ajuda o outro a crescer o que parece uma unidade é na verdade uma soma, porque a gente cresce juntos.
E nesses poucos meses que estamos juntos (18), parece que faz anos. Isso foi outra coisa que aprendi também, quando é realmente o seu amor, nada importa, nada obstaculiza a união desse amor, simplesmente porque ele é o seu número, sem apertar no dedinho ou machucar o calcanhar.

minha paixão para a vida

Homer e Freud

- Sabe a barriga do Homer?
- Que que tem?
- Eu te amo maior que a barriga dele, bem maior.



Um relacionamento tranquilo, equilibrado, cheio de amor, carinho, compreensão, apoio, e tudo o mais que toda pessoa quer do outro e da soma, pode virar de cabeça pra baixo? Existe essa possibilidade? E pior, existe a possibilidade de virar de cabeça para baixo em uma cabeça só?
Sim, existe. E acredito que os problemas que cada um tem consigo mesmo, aqueles que a gente não conversa com os outros, que ficam martelando em nossa cabeça, é que ajudam a dar essa pirueta...
Ai Freud! Acho que nem vc explicaria...é gripe demais por dias demais, ócio demais para uma cabeça tão ativa e agitada.





23 de fevereiro de 2012

Da Festa do Baco

O mágico e a bailarina. Fantasia dele feita por mim.
A alegria e a felicidade deram as mãos e foram pular carnaval comigo e minha trupe.
4 dias de blocos, acordando cedo, colocando fantasia, começando a beber às 8h e entre uma marchinha e outra: praia.
Calor, calor, calor, suor, confete, serpentina, gargalhada, joga água, parem de jogar água, vamos para a praia, mais cerveja?, estou com fome, vou sempre embebedar vocês antes de virem à praia, informal, ipanema, santa teresa, laranjeiras, centro. Amor, amor, amor, felicidade, bailarina, pirata, malandro e palhaço.

Céu na Terra - 8h

Beijos, amigos, encontros, desencontros, mestre dos magos, apertamento, céu na terra,  boitatá, boi tolo, bagunça meu coreto.
Confete, serpentina e purpurina, muita!

O carnaval começou com o Céu na Terra, empurra daqui empurra de lá, "canta gente!!!", evolução! Embora estivesse mais cheio que o ano passado foi muito bom! Muito sol e calor, mas também muito banho de mangueira das casas por onde o bloco passava. De início a água foi boa, mas depois ao invés de refrescar só piorava o calor. A mistura de água com suor no sol carioca que fazia não foi muito boa, ficamos bastante ecas. Mas quem se importa? Era carnaval!!
Quando fomos embora do bloco, por volta das 12h, fomos vencidos pelo calor e o lindo céu azul que fazia e fomos para a praia. Água maravilhosa, praia vazia, muita gente feliz, outro tanto de bêbados e um punhado de gente feliz.

Não há felicidade igual a do carnaval

Domingo foi dia de ir para o centro: cordão do Boitatá e Boi Tolo. Chegamos às 8h na Pça XV e o Boitatá já estava saindo, corremos para a alegria e cantoria, e fomos sendo arrastados pela multidão ao som das marchinhas.
Por volta das 10h eles ficaram parados nas escadarias da ALERJ, foi quando voltamos para a pça XV e ficamos na concentração do Boi Tolo, que só saiu após às 12h. É claro que nesse tempo todo, entre uma cerveja e outra, precisei ir ao banheiro algumas vezes, que, por mérito, preciso fazer um parênteses, havia muito mais banheiros do que no ano passado! Bem melhor!!

Meu folião predileto, apaixonado e apaixonante!
Para mim o Boi Tolo foi o melhor bloco do carnaval todo, ele fez um trajeto bastante interessante e com quase 8h de desfile, tocando sem parar! Começou no mergulhão da Pça XV e só terminou na praia do flamengo!
Por volta das 16h já no Palácio Capanema, nos pilotis do MEC, eu já estava meio morta de tanto calor que fazia e querendo comer um dedo de tanta fome que tinha. Fomos para a Pça São Salvador no Casa Brasil para matar a fome e ver qual era do bloco "é do pandeiro", ou coisa do tipo, ele era meia boca, mas o que importava naquela hora era a comida! Valeu a pena.

Na  segunda tiramos o dia todo para praia, muita praia. Chegamos cedo e voltamos já de noite. Essa minha cidade é realmente maravilhosa. Embora a praia tenha sido divina, sentimos falta de fantasias e de ir para o bloco "Volta, Alice" que no ano passado foi muito legal.

Melindrosas na folia carioca

Sendo assim, nas terça-feira gorda fomos para o bagunça meu coreto na São Salvador. Foi uma delícia o bloco. Bastante família, muito tranquilo. Várias pessoas bacanas, engraçadas e com o mesmo objetivo: brincar o carnaval.
O bloco começou o cortejo por volta das 11h na pça, entrou na rua são salvador, entrou na ipiranga em direção a paissandú e voltamos para a pça, onde a bagunça continuou até às 16h.
Fazia tanto calor, mas tanto que eu já havia derretido, me recomposto e derretido de novo, que resolvemos que o melhor bloco naquela hora seria o da praia!
Fomos para ipanema, chegamos lá por volta das 17h. A água estava gelada, segundo o Paulo foi a água mais gelada do ano, e eu e a Rafa achando a água super boa, refrescante. Paulo ficou assustado com a gente, pois sempre achamos a água fria e naquele dia ele estava quase congelando e a gente achando boazona. A consequência disso foi uma dor de garganta na noite de terça e uma gripe que se instaurou em mim para fechar o carnaval.
Se eu fosse resumir o carnaval em uma palavra, mesmo sob suspeita de ser injusta, eu arriscaria "felicidade".  Acho que esse sentimento engloba diversos outros que nos deixam em êxtase e sem rebordósia quando as coisas voltam ao "normal".
O carnaval não poderia ter sido melhor, minto, poderia, se tivéssemos ido ao "Volta, Alice".rs Mas, ainda assim, foi bom demais!!! E para o ano que vem será diferente, já estamos pensando na nossa fantasia que desta vez será em grupo e um único tema para os 4 dias!!

Bagunça meu coreto!


16 de fevereiro de 2012

Hi, é carnaval!

"Hoje é carnaval não me leve a mal"
Sim, aqui no centro o clima é de confete e serpentina! Contando os minutos para descer do escritório e ir para a Banda da Rua do Mercado com os amigos.
Computador agora só depois do carnaval!


"Na mesma máscara negra
Que esconde o teu rosto
Eu quero matar a saudade.
Vou beijar-te agora,
Não me leve a mal:
Hoje é carnaval."

Minha marchinha favorita! =)

Eu, Di e Rafa


15 de fevereiro de 2012

foursquare ou do meu vício

Às 5:50h começa a sinfonia do meu despertador e a minha luta contra a preguiça para ir à academia. Ultimamente o que tem me motivado é querer roubar a prefeitura da minha irmã no aplicativo foursquare. Eu e ela somos viciadas a esse ponto. 
Eu vou para a academia porque quero roubar a prefeitura e ela vai para não perder a prefeitura para mim. Fantástico mundo das super-gêmeas.
É o uso inteligente da tecnologia: para o nosso bem.

as gêmeas bêbadas em santa teresa compartilhando a cerveja com Raulzito

13 de fevereiro de 2012

das minhas felicidades

o casal no bloco!
Ontem foi dia de comemoração para mim e Paulo: 14 meses da mais pura alegria.
A comemoração não poderia ser melhor, fomos prestigiar o primeiro ano do bloco de carnaval "Timoneiros da Viola", uma homenagem ao Paulinho da Viola. Foi lindo! O próprio Paulinho da Viola estava lá cantando, a Teresa Cristina, Tia Surica...só gente grande do samba! Muitas pessoas felizes e muitos jovens. Lindo de ver vários jovens prestigiando o bloco, sabendo as letras dos sambas da Portela, as letras do Paulinho. Bom demais!!
Quinta-feira tem a banda do mercado, sexta tem embaixadores da folia...ai,ai...E o carnaval só está começando!!


9 de fevereiro de 2012

advice

 Para quando a felicidade do outro te incomodar ou para quando o mundo te incomodar ou quando simplesmente sua própria existência te incomodar reflita sobre o que realmente vale a pena se preocupar:

Em 1933,  F. Scott Fitzgerald já era um autor renomado. Nessa época, ele já havia publicado seu maior sucesso, O Grande Gatsby, e mais dois romances (The Beautiful and Damned e This Side of Paradise), além de três coletânias de contos que incluiam os clássicos The Diamond as Big as the Ritz(1922), The Freshest Boy (1928) e The Bridal Party (1930).
Mas seu maior orgulho, sem dúvida, era a filha Scottie. Na época a menina tinha apenas 11 anos, mas era a razão de viver do seu pai. Naquele ano, Fitzgerald escreveu uma pequena lista em uma carta para a menina, onde listava o que deveria preocupar a vida de sua filha, com o que ela não deveria se importar e em que assuntos ela devia pensar. Uma lista de preciosos conselhos, diga-se de passagem. 
Essa carta foi publicada no livro A Life in Letters ("Uma Vida em Cartas", em tradução livre), lançado em 1995 e que ganhou uma nova edição no final do mês de dezembro (ainda não disponível no Brasil). Para nossa sorte, o pessoal do blog Lists of Note reproduziu a íntegra do texto e relembrou todo o amor do autor por sua primogênita. Logo abaixo você lê a carta de Fitzgerald para sua filha e pode tornar seus os conselhos dados por ele à então muito jovem Frances Scottie.
Coisas com as quais se preocupar:
Preocupe-se com a coragem
Preocupe-se com a limpeza
Preocupe-se com a eficiência
Preocupe-se com a equitação
Coisas com as quais não se preocupar:
Não se preocupe com a opinião popular
Não se preocupe com bonecas
Não se preocupe com o passado
Não se preocupe com o futuro
Não se preocupe em tornar-se adulta
Não se preocupe com ninguém passar à sua frente
Não se preocupe com o triunfo
Não se preocupe com o fracasso a não ser que ele venha por sua culpa
Não se preocupe com os mosquitos
Não se preocupe com as moscas
Não se preocupe com insetos em geral
Não se preocupe com pais
Não se preocupe com garotos
Não se preocupe com decepções
Não se preocupe com prazeres
Não se preocupe com satisfações
Coisas para se pensar: 
No que eu estou realmente mirando?
Quão boa eu realmente sou em comparação com meus contemporâneos em relação a: 
(a) Os estudos
(b) Eu realmente entendo as pessoas e sou capaz de me dar bem com elas?
(c) Eu estou tentando tornar meu corpo em um instrumento útilo ou estou neglicenciando-o?
Com o amor mais sincero,
Papai

gente maluca

Cansei de gente louca! Não venham me apoquentar as idéias!

Para os malucos de plantão que insistem em vir por aqui, vejam esse vídeo e a expressão de todo o meu amor por vocês: